quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Impacto evangelistico em Juazeiro do Norte - CE


Apesar das dificuldades, pastores e missionários não abrem mão de evangelizar em cidades historicamente enraizadas na cultura e tradição católicas


Entre o fim de outubro e início de novembro, a cidade de Juazeiro do Norte (CE) é praticamente invadida por dezenas de milhares de romeiros, que viajam léguas e mais léguas, muitas vezes em condições precárias, para prestar homenagens ou pagar promessas ao padim Ciço, como é chamado o maior ícone da fé católica na região sertaneja. Para os devotos, pouco importa se o Vaticano tenha ou não assinado sua beatificação; desde um suposto milagre – a transformação da hóstia em sangue durante uma missa celebrada há mais de cem anos –, a fama do padre Cícero Romão Batista se espalhou, ultrapassando fronteiras e até mesmos os limites da crença, transformando-o num verdadeiro fenômeno de popularidade entre os nordestinos. Religiosamente falando, Juazeiro do Norte pode até ser o município mais famoso da região, mas não é o único fortemente ligado ao catolicismo. Por ocasião das comemorações da Semana Santa, a cidade-teatro de Nova Jerusalém – região distrital de Brejo da Madre de Deus – se torna o maior atrativo histórico-religioso do agreste pernambucano, a ponto de, anualmente, atrair milhares de turistas. Considerado o maior teatro ao ar livre do mundo – uma réplica da antiga Jerusalém dos tempos bíblicos –, a encenação dos últimos dias de Jesus é pomposa, tanto que atores globais são convidados para fazer parte do elenco. Bem mais ao Sul, em 12 de outubro as ruas de Aparecida, no Vale do Paraíba, também ficam apinhadas de católicos para as comemorações do dia da padroeira – como eles proclamam. De acordo com a Secretaria Municipal de Turismo, o município de pouco mais de 40 mil habitantes, chega a receber cerca de 10 milhões de visitantes por ano. O que, no entanto, cidades como Juazeiro do Norte, Nova Jerusalém e Aparecida têm em comum, especialmente se analisadas por uma ótica evangélica? Todas se classificam naquilo que alguns crentes costumam chamar de praças ou regiões estratégicas de evangelização em virtude das dificuldades por eles enfrentadas para transmitir a Palavra de Deus, como se um escudo as protegesse da ameaça de outras manifestações religiosas que não a enraizada na doutrina católica. 

Impactos evangelísticos – 


Com um forte trabalho no interior nordestino, a Jocum-Cariri, de Crato (CE), com o apoio das  caravanas que saem da Jocum Recife e da Jocum Salvador , Obediência Radical e igrejas. Tem realizado constantes campanhas missionárias – batizadas de “impactos evangelísticos” – em áreas carentes de orientação cristã, como definem os missionários. “Nosso foco é transmitir o amor de Deus ao povo por meio de diversas manifestações artísticas e sociais”, explica o diretor de evangelismo Anderson Araújo da Silva. A mais recente empreitada dos jocumeiros locais aconteceu entre os dias 28 de outubro e 2 de novembro, justamente na vizinha Juazeiro do Norte, quando um exército de missionários se misturou aos milhares de romeiros durante a tradicional peregrinação. 


Distribuição de água e comida, apresentação de peças teatrais, concentrações noturnas em praças públicas, músicas de louvor no melhor estilo do sertão, além, é claro, de pregações; ali vale tudo para atrair a atenção dos romeiros. “Contamos com mais de 350 voluntários, entre brasileiros e estrangeiros”


Missionários : Ilmara Souza> Jonas > Breno Américo(editor do blog) , e Morgana Bispo : apresentando o evangelho através das artes ! 


  Campanha nas sinaleiras contra a exploração sexual infantil 

 Impacto de rua , evangelismo através da dança 

  teatro ao ar livre ! 



 evangelismo em comunidades carentes ! 


dança ! 




  Pirofagia . 




 

  Eles só Precisam de Criso , A Paz Que Liberta  ! 





terça-feira, 23 de outubro de 2012

Pense !


Eis aí uma pergunta que, pelo menos uma vez, todo missionário transcultural já deve ter tido que responder.
Visitando diversas igrejas no Brasil e compartilhando a respeito do nosso ministério de proclamação da Palavra de Deus aos povos africanos, Vânia e eu temos ouvido esta pergunta com certa frequência.
Por alguma razão, pessoas se sentem desconfortáveis com a ideia de que um indivíduo abrace desafios num contexto distante, enquanto há a manifestação de desafios, em certo sentido, semelhantes em seu ambiente originário.
Normalmente, diante da apresentação desta pergunta, temos procurado responder tendo em mente as seguintes razões:
Porque é bíblico
A atitude de alguém que sai da terra natal para levar o evangelho a outras nações é, antes de tudo, sustentada, inspirada e ordenada pelas Escrituras.
O fato é que a Bíblia é essencialmente um livro missionário e como tal requer que o povo do caminho concentre seus esforços no anúncio da glória de Deus também entre aqueles que estão distantes.
Abraão foi o pioneiro a ter que deixar sua casa para se tornar bênção para as famílias da terra (Gn. 12.1-3), cumprindo assim os projetos missionários divinos. Depois dele, muitos outros personagens bíblicos seguiram seu rastro, tanto no Antigo como no Novo Testamento.
Sair da própria terra para levar o evangelho aos que estão distantes não se trata de uma proposta humana. Não é modismo, heroísmo ou tentativa de expansão religiosa. O trabalho missionário transcultural é vontade e propósito de Deus! A tarefa missionária da Igreja, antes de qualquer outra coisa, é bíblica.
Porque o Mestre mandou
O missionário vai aos lugares mais distantes do planeta a fim de anunciar o evangelho em obediência a Jesus. Não se trata prioritariamente de responder a desafios maiores ou menores dos encontrados em nossa pátria, mas de se submeter à ordem expressa de Jesus para anúncio do evangelho entre todas as nações.
Essa não é a única base do nosso envolvimento com missões (já que o assunto é bíblico e reafirmado em cada livro das Escrituras), mas é preciso reconhecer que o Mestre não sugeriu ou solicitou, Ele nos mandou fazer discípulos de todas as nações: “Portanto ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que vos tenho mandado; e eis que Eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos” (Mt. 28.19-20).
Aquele que nos mandou ir tem toda autoridade no céu e na Terra. Sendo assim, devemos nos submeter à sua autoridade obedecendo à sua convocação a fim de alcançarmos também os que estão distantes.
Por uma questão de exemplo
Quando olhamos para trás encontramos em toda a história bíblica e eclesiástica o exemplo de homens que cumpriram com obediência o chamado missionário divino. De fato, o evangelho chegou até nós porque esses valentes do passado compreenderam que a Igreja é a agência missionária de Deus para o mundo.
É saudável lembrarmos com frequência que foi por meio do desprendimento e da obediência dos missionários estrangeiros que o evangelho chegou ao nosso país. Eles saíram de suas terras deixando para trás desafios presentes em seu próprio contexto. Antes de desembarcarem no Brasil é possível que também tenham ouvido de seus compatriotas: “Por que ir tão longe se aqui por perto há tanta necessidade?” Não obstante, saíram com coragem e vieram nos trazer o evangelho.
Hoje, tendo sido alcançados com o evangelho, parece que o mínimo que podemos fazer é reproduzir o exemplo, assumindo esse mesmo tipo de iniciativa em relação aos demais povos.
Para impedir o avanço das trevas em outras partes do mundo
Os povos sem o testemunho do evangelho estão perdidos espiritualmente e vivendo na escuridão. Em contrapartida, as falsas religiões continuam avançando e em muitos casos gerando oposição e perseguição ao evangelho.
Há contextos onde a obra da cruz de Cristo ainda não é conhecida e uma das consequências é que de maneira explícita Satanás é tido como rei e permanece recebendo adoração que não lhe é devida.
É importante dizer que quando nos omitimos em pregar a Palavra de Deus, estamos fazendo com que gerações inteiras permaneçam na escuridão. Desta forma, não podemos permanecer indiferentes enquanto temos todas as condições para interferir nestes cenários e fazer com que as trevas sejam dissipadas.
Por uma questão de coerência
Recentemente me sentei com o meu pastor em seu gabinete e ao considerarmos a presença da igreja em nosso bairro, identificamos mais de vinte igrejas locais em uma única rua. Esse fato faz parte da realidade de outras ruas da cidade do Rio de Janeiro e também de muitas outras cidades do nosso país. A questão que vem à mente diante deste quadro é: “Se o acesso ao evangelho é tão abundante em nossas cidades, por que não compartilhá-lo com aqueles que ainda não o receberam?”
Se o evangelho é de fato boas-novas e há muitos que sequer tiveram acesso a ele, acredito que não podemos omitir aos outros tudo o que Cristo fez por nós. Se o fizermos seremos os mais insensíveis e os mais incoerentes de todos os homens, mesmo que não houvesse uma ordem tão explícita para pregarmos o evangelho ao mundo.
Será que é justo que alguns recebam do evangelho em abundância enquanto outros não têm sequer uma oportunidade? Foi em resposta a esse cenário que o apóstolo Paulo escreveu: “Deste modo esforçando-me por anunciar o evangelho, não onde Cristo houvera sido nomeado, para não edificar sobre fundamento alheio” (Rm. 15.20).
Por uma questão de estratégia
Por mais incrível que pareça, existem povos que nunca ouviram o evangelho e precisam ser focalizados pela Igreja de Jesus Cristo a fim de serem evangelizados. Eles representam nações inteiras intocadas pelo trabalho de evangelização da Igreja e ignorantes da revelação especial de Deus. Eles somam milhões de pessoas que vivem em ignorância espiritual, mergulhados na idolatria e arraigados nas falsas religiões. São vítimas da fome, da pobreza, das doenças, das guerras e da impossibilidade de conhecerem a graça divina, revelada em Cristo Jesus.
Os povos não alcançados são aqueles que não possuem uma comunidade nativa de crentes em Cristo com números ou recursos adequados para evangelizar seu próprio grupo sem a ajuda de missionários transculturais. Eles representam uns 2,3 bilhões de pessoas com muito poucas possibilidades de ouvir e crer no evangelho de Cristo.
Considerando a tarefa inacabada do anúncio do evangelho entre todas as nações, o desafio que mais se destaca para a Igreja em nossa geração é exatamente anunciar o evangelho aos que ainda não ouviram.
Porque é um privilégio
Aquele que deixar o seu lar para seguir para terras distantes a fim de proclamar o evangelho é um mensageiro da paz e pode estar se tornando um pioneiro no trabalho de levar as boas novas de Cristo aos que ainda não ouviram.
Tenho enorme alegria em dizer que o maior investimento que fiz na minha vida foi dedicar a minha juventude no anúncio do evangelho (já se vão treze anos!). Pois a obra missionária é um grande privilégio para quem pode experimentá-la e investimento garantido para a eternidade, certa é recompensa.
Entendemos por meio da teologia bíblica que esse ministério não foi dado aos anjos, mas aos discípulos de Jesus. Portanto, trata-se de um grandeprivilégio que o Senhor tem reservado para nós.
“Como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas" (Rm. 10.15).
Por todas estas razões, vale a pena alcançar aqueles que estão longe de nós!
Fonte:Semiadecin
***
Publicado na Revista Povos, número 10, dezembro de 2009 e postado por Elias Alves no Missões Peru


QUAL O SEU PERFIL NA OBRA MISSIONÁRIA?


Vamos agora conhecer  o perfil do contribuinte de missões no Brasil, suas motivações, envolvimento e expectativas.

Existe um texto no primeiro livro do profeta Samuel, em que o Rei Davi esclarece que tanto os que desceram à peleja quanto os que ficaram guardando a bagagem receberão partes iguais.
“Por isso disse Davi aos seus homens: Cada um cinja a sua espada. E cada um cingiu a sua espada, e cingiu também Davi a sua; e subiram após Davi uns quatrocentos homens, e duzentos ficaram com a bagagem. 1 Samuel 25:13
E quem vos daria ouvidos nisso? Porque qual é a parte dos que desceram à peleja, tal também será a parte dos que ficaram com a bagagem; igualmente repartirão.” 1 Samuel 30:24

A exemplo das Sagradas Escrituras, entendo que o “contribuinte” de missões também é um missionário e tanto o que tem o ministério de ir, receberão sua parte ou galardão. É aquela velha historia: um vai, outro financia e o outro ora. De qualquer forma TODOS são comissionados.

A pergunta é qual a minha parte nessa história toda? Veremos então essas categorias:

O AMIGO – é aquele que contribui com o missionário porque é amigo pessoal dele. Já o conhecia antes de ir ao campo, já se relacionavam, sabe de sua seriedade e compromisso. Acima de tudo o considera se grande amigo.
O FRUSTADO – é o que contribui porque ele mesmo gostaria de ser um missionário. Contudo as coisas não saíram como ele queria  e contribuindo ele sente que tal missionário esta sendo missionário no lugar dele.
O CONSTRANGIDO – esse aqui sente desconforto em dizer “NÃO” quando é desafiado a se envolver num ministério.
O APAIXONADO – é motivado pelo amor que sente por Jesus. Além disso, acha que dando ao missionário esta dando também a Deus.
O SOLITÁRIO – esse contribuinte é sensível á grande necessidade mundial do conhecimento de Cristo. Ademais, ele se sensibiliza com a miséria, menores abandonados, epidemias, guerras, etc. ele também poderia ser chamado de o “empático”.
O PAIZÃO – geralmente são pessoas idosas que resolveram “adotar” o missionário e traze-lo guardado no coração como um filho. Pode ser também a mãezona.
O ABENÇOADO – esse aqui contribui porque recebe benção as quais atribui ao fato de ter ofertado.
O TRANSVISIONÁRIO – ele já é um missionário atuante e por admirar o ministério de alguém quer abençoá-lo financeiramente.
O ESCLARECIDO – contribui por saber que o trabalho que determinado missionário realiza é em última instancia, um trabalho de Deus.
O CORPORATIVO – esse aqui nem sequer conhece o missionário, mas conhece a missão ou organização a que ele pertence e a admira muito, por isso, contribui.
O INTERESSEIRO – contribui para poder deduzir do imposto de renda.
O PARENTE – esse contribui por ser parente do missionário. Ele nem ser crente mas deseja participar daquele “trabalho”
O VAIDOSO – esse quer ver seu nome publicado no jornal da denominação ou na lista dos contribuintes de determinado ministério.
O ANÔNIMO – em contrapartida, há aquele que deposita a oferta para alguém sem jamais se identificar, crendo que o importante mesmo e Deus saber seu ato e suas intenções.
O ARTICULAR – é aquele que, além de contribuir, movimenta a igreja, faz campanha e incentiva outras a contribuírem.
O INDECISO – é aquele que a cada mês envia a oferta para um missionário diferente.
O PAPAI NOEL – aquele que só contribui em dezembro.
O OPORTUNISTA – só manda a oferta quando esta bem financeiramente, sem dívidas, ou com algum dinheiro sobrando.
O OVELHA – só contribui para os projetos ou missionários autorizados pelo pastor da igreja.
O VISIONÁRIO – esse contribuinte quer ver o proposito de Deus sendo cumprido no mundo e sente-se responsável por isso. Seu pressuposto esta em Mateus 28.19 “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; "

Observando esta lista, vemos que alguns contribuintes são mais louváveis e outros nem tanto. Com certeza algum perfil você entrou, cabe fazer uma auto análise da nossa vida e o nosso  compromisso com a obra de Deus.

Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus. 1 Coríntios 10:31
E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens, Colossenses 3:23
E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. Colossenses 3:17
Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem; Mateus 23:3
O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco. Filipenses 4:9
Como também eu em tudo agrado a todos, não buscando o meu próprio proveito, mas o de muitos, para que assim se possam salvar. 1 Coríntios 10:33
Todas as vossas coisas sejam feitas com amor. 1 Coríntios 16:14
Também o que a ti e a teus irmãos bem parecer fazerdes do restante da prata e do ouro, o fareis conforme a vontade do vosso Deus. Esdras 7:18
Ouve tu nos céus, assento da tua habitação, e faze conforme a tudo o que o estrangeiro a ti clamar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, para te temerem como o teu povo Israel, e para saberem que o teu nome é invocado sobre esta casa que tenho edificado. 1 Reis 8:43
Fonte:Semiadecin

Seja um parceiro ou mantenedor da obra missionária.